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Roncopatia e Síndrome de Apneia Obstrutiva do Sono

A roncopatia ou ressonar é o som das vias aéreas parcialmente obstruídas durante o sono. Enquanto a roncopatia ou ressonar não costuma trazer complicações para a saúde individual (embora possam perturbar significativamente a vida do cônjuge), pode ser um sinal de uma doença grave chamada Síndrome de Apneia Obstrutiva do Sono (SAOS). Quando ocorre a SAOS, a língua e o palato mole colapsam contra a parte posterior da garganta e bloqueiam completamente a via aérea, levando a redução brusca da oxigenação do sangue. Se for muito frequente, condiciona sono fragmentado e não reparador, levando a sintomas de cansaço, sonolência diurna, alterações da concentração e memória. O aparelho cardiovascular é altamente afetado pela SAOS, causando nomeadamente tensão arterial elevada, arritmias e enfarte.

A obesidade moderada ou severa é um importante fator de risco, uma vez que é acompanhado por um aumento no tecido gordo em torno da garganta. A obesidade encontra-se em entre 60 e 90 % das pessoas com SAOS e é o fator de risco mais comum em adultos.

Apneia do Sono: Estarei em risco?

Acredita-se que entre 500.000 a 1 milhão de portugueses sofram de SAOS e entre 450.000 e 800.000 não o sabem. Será você um entre os centenas de milhares?

Para avaliar o seu risco, por favor preencha este teste (clique aqui) de 10 perguntas. Não demorará mais de 2 minutos para saber se está em risco de ter Apneia do Sono! Clique para descarregar o ficheiro, imprima e traga à consulta.

Deve ser atendido por um médico com a competência de Medicina do Sono, que lhe fará uma avaliação completa e decidirá se necessita fazer um Estudo do Sono.

O que é um Estudo do Sono?

Existem vários tipos de estudo do sono. Para despiste de Apneia do Sono, os estudos mais usados são os simplificados no domicílio, também designados de tipo 3.

Os estudos do sono do tipo 3 registam dados relacionados com pelo menos quatro parâmetros biológicos, incluindo ventilação (pelo menos dois parâmetros biológicos de movimento respiratório ou movimento respiratório e fluxo aéreo), Frequência Cardíaca ou ECG, e oximetria de pulso. A monitorização pode incluir ainda posição corporal, nível de roncopatia, electromiografia das pernas ou dos músculos da mastigação.

Em cerca de 20% dos casos, os exames do tipo 3 podem não conseguir confirmar o diagnóstico, e poderá ser necessário realizar um estudo de tipo 1.

Polissonografia noturna em laboratório: estudos do sono do tipo 1

A polissonografia noturna é o exame padrão com o qual outros tipos de estudo do sono são comparados. A polissonografia noturna regista pelo menos sete parâmetros biológicos, incluindo eletroencefalograma (EEG), eletromiograma (EMG) submentoniano, eletro-oculograma (EOG), fluxo aéreo, esforço respiratório (medido por meio do registo de movimentos do tórax e do abdómen), oximetria de pulso e eletrocardiografia (ECG). A posição corporal, os movimentos periódicos das pernas e a electromiografia dos músculos da mastigação também podem ser registados. A polissonografia noturna exige um laboratório especializado e acreditado, bem como um profissional treinado que intervenha caso seja necessário algum tratamento ou na eventualidade de ocorrer um evento adverso durante o registo.

A unidade de Pneumologia do Hospital Privado de Alfena dispõe de um Laboratório do Sono com 2 camas, equipado com o moderno equipamento Embla N7000 com capacidade de até 60 canais, estando apto a dar resposta à investigação de todas as patologias do sono.

Todos os tratamentos são guiados pelas recomendações da Academia Americana de Medicina do Sono (AASM).

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