A taquicardia é uma condição em que o coração bate mais rápido do que o normal — geralmente acima de 100 batimentos por minuto em repouso.
Embora possa ser uma resposta normal ao exercício, stress ou febre, a taquicardia também pode indicar problemas cardíacos que exigem avaliação médica.
Dependendo da origem, pode ser supraventricular, ventricular ou sinusal, cada uma com características e riscos específicos.
A taquicardia pode resultar tanto de fatores benignos como de doenças cardíacas ou sistémicas.
Ansiedade, stress ou ataques de pânico
Exercício físico
Febre
Desidratação
Consumo de café, bebidas energéticas ou álcool
Tabagismo
Uso de certos medicamentos
Arritmias supraventriculares (ex.: fibrilhação auricular, taquicardia paroxística supraventricular)
Taquicardia ventricular
Hipertensão
Doença coronária
Insuficiência cardíaca
Doenças das válvulas cardíacas
Hipertiroidismo
Anemia
Apneia do sono
Doenças pulmonares
Distúrbios eletrolíticos
Os sintomas podem variar de desconforto leve a sinais de alerta que exigem intervenção rápida.
Palpitações (sensação de coração acelerado)
Falta de ar
Tonturas
Dor ou pressão no peito
Cansaço extremo
Ansiedade
Desmaios
Dor torácica intensa
Falta de ar repentina
Taquicardia persistente acima de 150 bpm
Estes sinais requerem atendimento médico urgente.
O diagnóstico da taquicardia envolve identificar o tipo de arritmia e descobrir a causa subjacente.
Eletrocardiograma (ECG) — essencial para identificar o tipo de taquicardia
Holter 24–48h
Ecocardiograma
Análises sanguíneas (tiroides, eletrólitos, hemograma)
Teste de esforço
Estudo eletrofisiológico em casos complexos
Um diagnóstico preciso permite definir o tratamento mais adequado e prevenir complicações.
O tratamento depende do tipo de taquicardia, da causa e da gravidade dos sintomas.
Manobras vagais (sob orientação médica)
Administração de medicamentos antiarrítmicos
Cardioversão elétrica, se necessário
Betabloqueadores ou antagonistas do cálcio
Antiarrítmicos específicos
Ablação por cateter — especialmente eficaz em taquicardias supraventriculares
Tratamento de doenças associadas (hipertiroidismo, anemia, apneia do sono, etc.)
Redução do consumo de cafeína e álcool
Cessar tabagismo
Gestão do stress
Sono adequado
Hidratação regular
Em casos de taquicardia ventricular ou risco de arritmias graves, pode ser recomendado um cardiodesfibrilhador implantável (CDI).