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Carolina Tiago Afonso, Dra.

OM55208
português ( pt) • inglês ( en) • espanhol ( es)

Apresentação

O que é?

A Ortopedia é a especialidade médica e cirúrgica que se dedica diagnóstico e tratamento das doenças do sistema locomotor tais como lesões de todo o esqueleto (com exceção da cabeça) nomeadamente ósseas, ligamentares, dos tendões, dos músculos e dos nervos periféricos.

O que trata?

As lesões e tratamentos mais frequentes na área ortopédica são:

  • Artrose
  • Coxartrose
  • Dedos em gatilho
  • Dor ciática
  • Epicondilite
  • Espondilose
  • Esporão do calcâneo
  • Fasceite plantar
  • Fraturas e luxações ósseas;
  • Hérnias discais (cervicais ou lombares)
  • Joanetes (Hallux Valgus)
  • Lesões dos ligamentos e meniscos do joelho
  • Lombalgia
  • Luxação do ombro (ombro deslocado);
  • Prótese total da anca;
  • Prótese total do joelho
  • Rutura da coifa dos rotadores;
  • Rutura e tendinite do tendão de Aquiles
  • Síndrome do túnel do carpo

 

O corpo clínico de Ortopedia do grupo Trofa Saúde é composto por médicos dedicados e com experiência internacional, disponíveis em horário alargado, organizado por subespecialidades. Este modelo de organização permite ao Ortopedista o domínio das últimas inovações no diagnóstico e tratamento específicos da região anatómica em que se especializou.

 

ANCA – A anca corresponde à articulação dos ossos da coxa com os ossos da região pélvica e suporta todo o peso corporal, permitindo que o corpo se mova. A anca é uma articulação muito estável e que, quando é saudável, só se lesiona mediante um trauma intenso. O desporto, a corrida, o excesso de uso ou uma queda são fatores que podem lesar a anca. Uma dor na anca diz respeito a qualquer dor nas articulações da mesma ou em torno dela e nem sempre essa dor é sentida diretamente na anca (a dor pode sentir-se no meio da coxa ou na virilha). Para além disso, a dor que sente pode estar relacionada com um problema na coluna e não na anca.
As fraturas na anca são mais frequentes em idosos devido às quedas acidentais e ossos mais fracos. Uma lesão na anca pode mudar significativamente a qualidade de vida da pessoa. Aconselhe-se.

 

COLUNA – A coluna vertebral é constituída por 33 vértebras que se dividem em quatro regiões: região cervical (pescoço), região torácica (tronco), região lombar (cintura)
e região do quadril (sacro). A coluna vertebral, vista de frente ou de costas, deve ser reta e quando vista de perfil (lateral), cada região deve apresentar uma curvatura específica. É muito comum encontrarmos pessoas com essas linhas demasiado acentuadas, mas também existem pessoas sem essas curvaturas. A maior parte das pessoas já teve algum tipo de dor na coluna. Dores da coluna são comuns, principalmente, após grandes esforços ou a realização de tarefas repetitivas. Em alguns casos, duram apenas breves momentos e não implicam, necessariamente, um problema grave na região. No entanto, há casos em que as dores se manifestam como um sintoma de patologia crónica na coluna.

 

JOELHO – O joelho é uma articulação complexa que exige flexibilidade e estabilidade ao mesmo tempo; possui ligamentos que estabilizam a articulação, que auxiliados pelos meniscos estabilizam o joelho, amortecendo o impacto sobre as cartilagens. Um joelho saudável depende da estabilidade e do bom alinhamento da articulação. As lesões do joelho podem surgir por trauma direto (pancadas) ou indireto (entorse). O uso inadequado e excesso de carga podem igualmente afetar o joelho. As lesões mais comuns no joelho são as ligamentares, as meniscais e as da cartilagem e são muito temidas pelos desportistas, principalmente porque diversas patologias podem impedir a continuação da prática desportiva. As causas da dor no joelho são decorrentes de diversos fatores, justamente por causa da complexidade dessa articulação. A dor no joelho é comum e afeta pessoas de todas as idades. A sua intensidade e duração variam e o desconforto pode dar origem a inchaço e dificuldade nos movimentos. Normalmente o diagnóstico das lesões do joelho é rápido, no entanto, há situações em que devido à complexidade das estruturas envolvidas é necessário recorrer a meios complementares de diagnóstico (radiografia e ressonância magnética) para se avaliar o tipo de problema que está a causar a lesão no joelho. O joelho é, então, uma articulação vulnerável a vários traumatismos e as suas lesões são um dos motivos mais comuns de consulta a um ortopedista.

 

MÃO, PUNHO E COTOVELO – A mão é o instrumento de trabalho por excelência do ser humano, que só quando privado do seu uso normal se apercebe da sua importância. Como consequência, o punho e o cotovelo também influenciam o dia-a-dia.  O punho é uma articulação especial, dada a sua flexibilidade e força. Ela permite, em simultâneo, movimentos muito amplos e estáveis de modo a tornar possível a manipulação de objetos delicados ou muito pesados. A dor no cotovelo é comum em pessoas que praticam exercício físico de intensidade, como a musculação, ou que praticam algum tipo de deporto que exige esforço dos braços (por exemplo: crossfit, ténis ou golfe). Normalmente, a dor no cotovelo não está associada a uma patologia grave, mas pode ser bastante incomodativa uma vez que provoca um desconforto especial dado que o cotovelo é uma articulação utilizada em quase todos os movimentos do braço e da mão. As lesões da mão, punho e cotovelo são das mais frequentes em Ortopedia. Estas podem ter diversas causas como doenças reumatológias, distúrbios metabólicos, tumores, doenças infeciosas e traumas.

 

 

OMBRO – O ombro é uma articulação bastante complexa e é a que apresenta maior eixo de movimento. Para que os movimentos do ombro ocorram normalmente é indispensável a integridade dos músculos, ossos, tendões e articulações. As lesões do ombro são frequentes em desportistas ou em resultado de atividades do dia-a-dia com maior exigência física que envolvem movimentos excessivos e repetitivos do braço acima da cabeça. Os problemas mais comuns no ombro são a tendinite, bursite, artrite e lesões variadas que afetam o complexo do ombro. Todas estas patologias do ombro limitam o movimento do mesmo e causam dor, com maior ou menor intensidade. Hoje em dia, e graças à evolução dos meios complementares de diagnóstico, é possível um melhor diagnóstico das patologias do ombro. Com recurso a equipamentos de última geração, a equipa especializada em Ombro consegue oferecer um tratamento mais moderno e mais eficaz em todas as vertentes da patologia do ombro.

 

PÉ E TORNOZELO – O pé é formado por 26 ossos, 33 articulações e tendões. A saúde dos pés depende do equilíbrio funcional de toda a sua composição. A consulta do pé e tornozelo tem vindo a registar um aumento na procura por parte de quem pratica exercício físico para controlo de determinada patologia de forma segura e com rápida recuperação, de modo a voltar à sua atividade desportiva regular. O desempenho desportivo depende do estado de saúde dos seus pés e tornozelos. Estes são frequentemente sujeitos a esforços e traumas responsáveis pelo surgimento de lesões. Utilize sempre o calçado apropriado à atividade física que vai realizar, seja ela uma caminhada pela cidade ou uma corrida no parque.
O inchaço dos pés e tornozelos é uma queixa frequente. Se o aumento de volume nos pés, tornozelo ou perna aparece repentinamente, deve recorrer ao médico o mais breve possível. Os entorses do pé e tornozelo são muito comuns. A maioria tem uma evolução natural para a cura, contudo, em alguns casos, é necessária uma atenção redobrada de modo a evitar sequelas. A gravidade do entorse está relacionada com o número de elementos ligamentares afetados e é geralmente classificado em 3 graus de gravidade.

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Diferenciação

Ombro e cotovelo, Artroscopia do ombro, Medicina desportiva, Codificação hospitalar, Gestão hospitalar

Doenças

Artrose do ombro, 

Fraturas do ombro e cotovelo, 

Instabilidade do ombro, 

Lesões labrum glenoideu, 

Luxações acrómio-claviculares, 

Patologia aguda/crónica da coifa dos rotadores do ombro, 

Patologia aguda/crónica do cotovelo

CV

Formação académica
Experiência profissional
Atividade científica
Prémios e bolsas

2023 – Tem habilitações nas áreas da “Comunicação em Saúde” e “Liderança”, ao ter concluído os respetivos cursos

 

2022 – Tem competências em gestão e finanças, pois possui um “Master in Business Administration” em Gestão e Administração de Serviços de Saúde e um curso em “Finanças Pessoais”

 

2018 a 2019 – Ingressou na Pós-graduação em Medicina Desportiva, na Faculdade de Medicina da Universidade do Porto

 

2016 – Curso de atualização do sistema de codificação clínica ICD-10-CM/PCS pelo CHUP

 

2015 – Assume funções como Médica Codificadora, formada pela Escola de Saúde Pública de Lisboa

 

2012 – Mestrado Integrado em Medicina

 

2006 a 2009 – Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa em, terminando a Licenciatura em Ciências Básicas da Saúde

 

É membro da Ordem dos Médicos, da Assembleia de Representantes da Ordem dos Médicos, da Sociedade Portuguesa de Ortopedia e Traumatologia (SPOT), Sociedade Portuguesa do Ombro e Cotovelo (SPCO), AOTrauma Europe and Southern Africa Member e Médica Codificadora.

2014 a 2020 – Iniciou o Internato de Formação Específica em Ortopedia e Traumatologia, na Unidade Local de Saúde do Nordeste (ULSNE), como Médica Interna

 

2013 – Iniciou a sua atividade profissional, ingressando no Internato do Ano Comum no Centro Universitário e Hospitalar do Porto (CHUP)

 

Ao longo do seu internato foi desenvolvendo interesse pela região anatómica do ombro, tendo participado especialmente em ações formativas desta área e realizado dois estágios opcionais, em dois centros de referência.

2022 a 2023 – Foi responsável e palestrante dos workshops “Putting It All Together: Fracture Fixation and Tenorrhaphy” e “The Art of Splinting, immobilization and Fracture Management” no âmbito do II e III Oporto Biomedical Summit

 

Durante o seu período de especialização foi autora de 3 artigos publicados em revistas científicas (1 em revista internacional e 2 em revistas nacionais) e coautora de 4 artigos publicados em revistas científicas (3 em revistas internacionais e 1 em revista nacional).

 

Foi primeira autora e preletora em 17 comunicações orais (3 em congressos, jornadas ou reuniões internacionais e 14 em congressos, jornadas ou reuniões nacionais) e coautora de 21 comunicações orais (5 em congressos, jornadas ou reuniões internacionais e 19 em congressos, jornadas ou reuniões nacionais).

 

Foi primeira autora de 8 posters (3 em congressos, jornadas ou reuniões internacionais e 5 em congressos nacional) e coautora de 19 posters (3 em congressos, jornadas ou reuniões internacionais e 16 em congressos, jornadas ou reuniões nacionais).

 

Durante o seu internato, participou em 42 congressos, jornadas ou reuniões científicas (13 internacionais e 29 nacionais), 25 cursos (12 internacionais e 13 nacionais) e 2 estágios extracurriculares (1 em Portugal e outro em Espanha).

 

Desde que é especialista, publicou como primeira autora, um artigo científico numa revista internacional, realizou várias apresentações orais nas reuniões de serviço e palestras em cursos/reuniões.

 

Tem participado, em várias cirurgias, com diversos cirurgiões do ombro, nacionais e internacionais.

2018 – 1ª Reunião de Casos Clínicos da Sessão da Mão da SPOT – Menção Honrosa

 

2016 – 1º Lugar das comunicações livres: autora. Jornadas da Saúde Trás-os-Montes e Alto Douro (2016) MENÇÃO HONROSA

 

2016 – Premiado como melhor caso clínico: coautora, Encontro informal da SPOP

 

2015 – Prémio “EXCELLENCE”: coautora, 16 º Congresso EFORT

 

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