Skip to main content
OM28203 • Pediatria

Natalina Miguel, Dra.

português ( pt) • inglês ( en)
Marcar Consulta

Apresentação

O que é?

A Pediatria na Rede  Trofa Saúde, afirma-se como uma especilidade  de excelência dedicada à saúde e ao bem-estar da criança e do adolescente, onde o rigor clínico se alia a um ambiente acolhedor, seguro e pensado ao detalhe para toda a família.

 

Dispomos de uma equipa de 130 pediatras de reconhecida competência, uma das maiores e mais diferenciadas equipas pediátricas no setor privado, com representação nas várias subespecialidades.

 

Esta dimensão permite-nos garantir um acompanhamento altamente especializado, contínuo e personalizado, alinhado com os mais elevados padrões internacionais.

 

Para disso temos um conjunto alargado de serviços de apoio diferenciados, assegurando uma resposta integrada e multidisciplinar em Pediatria, nomeadamente:

 

  • Análises clínicas e exames laboratoriais
  • Imagiologia pediátrica
  • Serviço de urgência
  • Cuidados de enfermagem especializados
  • Bloco operatório com especialidades pediátricas de apoio
  • Apoio anestésico diferenciado
  • Meios complementares de diagnóstico e terapêutica
  • Acompanhamento multidisciplinar adaptado às necessidades da criança e da família

 

A articulação entre as diferentes equipas permite garantir cuidados de saúde de elevada qualidade, centrados na segurança, conforto e bem-estar da criança e do adolescente.

 

Oferecemos cuidados Pediátricos com uma abordagem integrada e diferenciada, centrada nas necessidades específicas de cada fase do desenvolvimento:

  • Consultas de vigilância e acompanhamento do crescimento e desenvolvimento
  • Avaliação e tratamento de patologia aguda e crónica
  • Programas de vacinação e prevenção
  • Subespecialidades pediátricas (pediatria do desenvolvimento, pneumologia, Endocronologia,Nefrologia,Adolescência, Nutrição,Psicologia,Ortopedia , Neonatologia,Cirurgia Pediatrica,Ortopedia ,Otorrino,oftalmologia
  • Apoio à família e aconselhamento parental

O acompanhamento em Pediatria assenta num trabalho multidisciplinar e articulado entre diferentes especialidades e profissionais de saúde, permitindo uma abordagem global da criança e do adolescente.

A equipa pode integrar, entre outras áreas:

  • Neonatologia
  • Cirurgia Pediátrica
  • Ortopedia
  • Otorrinolaringologia
  • Pneumologia
  • Cardiologia Pediátrica
  • Neuropediatria
  • Gastrenterologia Pediátrica
  • Endocrinologia Pediátrica
  • Pedopsiquiatria
  • Psicologia
  • Nutrição
  • Fisioterapia
  • Terapia da Fala
  • Enfermagem especializada
  • Imagiologia
  • Patologia Clínica e análises laboratoriais

Esta colaboração entre especialidades permite uma avaliação mais completa e individualizada, promovendo cuidados integrados, humanizados e centrados nas necessidades da criança e da família.

Na área de Neonatologia assegura o acompanhamento especializado do recém-nascido desde os primeiros momentos de vida, em estreita articulação com a maternidade e a equipa de obstetrícia.

O apoio à maternidade inclui:

  • Observação do recém-nascido na sala de partos
  • Acompanhamento de recém-nascidos saudáveis e de risco
  • Apoio ao aleitamento materno
  • Avaliação da adaptação à vida extrauterina
  • Identificação e orientação precoce de situações clínicas
  • Apoio e esclarecimento às famílias durante o período pós-parto

A proximidade entre Neonatologia, Pediatria e Maternidade permite garantir cuidados seguros, diferenciados e humanizados, promovendo o bem-estar do bebé e da família desde o nascimento.

A Pediatria desenvolve programas de promoção da saúde infantil orientados para a prevenção da doença e adoção de estilos de vida saudáveis desde a infância.

As iniciativas incluem áreas como:

  • Prevenção e acompanhamento da obesidade infantil
  • Promoção de hábitos alimentares equilibrados
  • Incentivo à atividade física
  • Promoção da saúde mental e do bem-estar emocional

O que trata?

Nas consultas de Pediatria são avaliadas as etapas do desenvolvimento físico, psicomotor, cognitivo e emocional das crianças e jovens, e também perturbações neurológicas que interferem com o desenvolvimento e comportamento podem estar relacionadas com doenças genéticas, serem congénitas ou resultar de doenças ou lesões adquiridas, como por exemplo:

  • Paralisia cerebral;
  • Alterações de desenvolvimento motor;
  • Perturbações do espectro do autismo;
  • Hiperatividade e défice de atenção;
  • Síndrome de Tourette;
  • Síndrome de Down (trissomia 21);
  • Alterações da fala e linguagem, por exemplo gaguez, dificuldade de articulações de sons;
  • Dislexia.

 

As doenças infeciosas mais frequentes nas crianças são:

 

  • Varicela – é a mais contagiosa, e talvez a mais frequente, que tem a particularidade de dar imunidade duradoura. Contudo, pode haver reativação do vírus no ser humano, a qual ocasiona lesões na pele de herpes-zoster, a chamada zona. Após um período de incubação de 1-3 semanas, a criança manifesta febre, perda de apetite, seguida de erupção de pequenas manchas vermelhas que dão comichão e que, ao fim de algumas horas, se convertem em vesículas repletas de um líquido amarelado. Uma das principais características da varicela é as borbulhas atingirem o couro cabeludo e os genitais. Em cerca de 5-7 dias, as vesículas rebentam e o líquido seca, formando crostas. Quando as lesões estão todas em fase de crosta, a criança já não está contagiosa, podendo regressar à escola. Por razões estéticas, para evitar cicatrizes da pele atingida, a criança não deve apanhar sol logo após a varicela.

 

  • Escarlatina – a escarlatina é uma doença bacteriana, provocada por uma bactéria: estreptococo do grupo A. A doença manifesta-se pelo aparecimento de febre alta 3-5 dias, vómitos e dor de garganta. A língua adquire o aspeto típico de língua cor de framboesa. A face está avermelhada, contrastando com a palidez da região à volta da boca. Dois a três dias depois do início da febre, surge a erupção de inúmeros pequenos pontos ligeiramente salientes, punctiformes, rosados, que depois adotam uma cor vermelha viva e que dão à pele uma consistência áspera, tipo lixa, característica da doença. Estas manchas cutâneas localizam-se mais no pescoço, tronco, axilas e região inferior do abdómen. Ao fim de cerca de uma semana, a pele atingida pode descamar. A escarlatina associa-se à faringite ou amigdalite bacteriana, diagnosticada em simultâneo com o exantema, e necessita de antibiótico.

 

  • Sarampo – o sarampo é uma doença viral muito contagiosa, cuja incidência diminuiu drasticamente nos países desenvolvidos desde que se efetua a vacinação, apesar de atualmente se verificar um aumento do número de casos por toda a Europa e EUA. O sarampo que dá febre alta, rinorreia, conjuntivite e manchas avermelhadas, é um excelente exemplo dos benefícios que a vacinação universal pode trazer para a saúde.

 

  • Eritema Infecioso (ou quinta doença) – esta patologia é provocada por um vírus que se transmite por via aérea e que afeta, sobretudo, as crianças de idades compreendidas entre os 5 e os 14 anos. A doença inicia-se através da formação de manchas avermelhas nas bochechas. É deste aspeto que vem o nome de “doença da bofetada”. Cerca de 24 horas após surgir a erupção da cara, há extensão das manchas a outras zonas do corpo, em particular, aos braços e coxas. A vermelhidão da cara desaparece em um a quatro dias, mas as restantes manchas podem permanecer visíveis entre cinco a vinte dias, registrando-se períodos de pioria após o banho ou a exposição solar.

 

  • Exantem Súbito (6ª doença ou roséola infantil) – É a doença exantemática mais frequente antes dos dois anos. Durante 3-5 dias a criança tem apenas febre alta e corrimento nasal. Ao fim deste tempo, a febre desaparece e surgem pequenas manchas no tronco, região peitoral e dorsal que desaparece ao fim de 1-2 dias. O exantema súbito é uma doença viral febril benigna, contudo, pode ser motivo de várias consultas pois num bebé, febre alta e alguma prostração são razão de preocupação.

 

  • Enteroviroses – o grupo de vírus da família dos enterovírus, são responsáveis pelos exantemas mais comuns nos meses de verão. A maioria das crianças doentes apresenta quadros, podendo ter manchas planas avermelhadas, pápulas ou manchas parecidas com as da escarlatina ou da rubéola. Ocasionalmente ocorrem síndromes clínicos mais característicos, como o síndrome mão-pé-boca, em que há lesões nas mãos, pés e boca, ou a herpangina, caracterizada por pequenas vesículas na boca. Podem coexistir queixas respiratórias e /ou intestinais. Perante estes quadros exantemáticos menos típicos, os pediatras informam os pais de que se trata de uma virose. É nestas ocasiões que os pais pensam que os médicos não sabem o que os seus filhos têm, quando na verdade sabem que estão perante este grupo de doenças, embora não identifiquem o nome do vírus. Esta identificação só é possível por análises mais demoradas que não acrescentam nada ao tratamento da doença, que é apenas sintomático.

 

  • Rubéola – a rubéola é outra das doenças exantemáticas que praticamente está erradicada dos países com vacinação. A sua consequência mais temível é o aparecimento da doença na mulher grávida, sobretudo no 1º trimestre de gravidez, porque pode causar malformações graves ou morte do feto. Na criança, sempre foi uma doença benigna, com febre baixa, manchas de predomínio no tronco pouco exuberante e cuja característica particular é a presença de gânglios palpáveis na região posterior da cabeça. As mulheres em idade fértil, que não tiveram rubéola e que não foram vacinadas, devem ser vacinadas.

 

  • Febre Escaronodular (febre da carraça) – esta doença é típica dos meses quentes nos países mediterrâneos. O agente causador, a rickettsia conori, tem o seu reservatório na carraça do cão. Portanto, se uma pessoa for picada por uma carraça infetada pode adoecer. Mas, a maioria das carraças não está infetada. Após um período de incubação de uma semana, a doença manifesta-se por febre alta, dores de cabeça, dores musculares e prostração, sintomas semelhantes a um quadro de gripe. Depois surgem as manchas maculopapulares e nodulares que se iniciam nos membros inferiores incluindo as palmas das mãos e planta dos pés. Para o diagnóstico, deve procurar-se o local de picada da carraça, uma ferida redonda com uma crosta preta (tache noire) localizada no couro cabeludo, cintura ou nádegas. Esta doença tem de ser tratada com antibiótico.

Diferenciação

Pediatria - Hematologia

CV

Formação académica
Experiência profissional
Atividade científica

1983 – Licenciatura em Medicina pela Universidade de Medicina do Porto (FMUP)

1995 – Grau de Especialista em Pediatria

2005 – Grau de Consultora em Pediatria

  • Internato geral no Hospital de Paredes
  • Internato complementar em Pediatria no Hospital de Vila Real e no Hospital Maria Pia
  • Orientadora de estágio de médicos internos de Medicina Geral e de Pediatria
  • Consultora em Pediatria
  • Responsável pela consulta de Pediatria – Hematologia no CHTMAD Vila Real
  • Responsável pelo Hospital de Dia de Pediatria do CHTMAD
  • Revisora de artigos científicos do âmbito da Hematologia Pediátrica em revistas de Pediatria
  • Autora de artigos científicos sobre Pediatria e Hematologia Pediátrica
  • Membro do clube do Ferro da sociedade Portuguesa de Hematologia Pediátrica