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Filipa Freitas, Dra.

OM47541
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Apresentação

O que é?

A Ortopedia é a especialidade médica e cirúrgica que se dedica diagnóstico e tratamento das doenças do sistema locomotor tais como lesões de todo o esqueleto (com exceção da cabeça) nomeadamente ósseas, ligamentares, dos tendões, dos músculos e dos nervos periféricos.

O que trata?

As lesões e tratamentos mais frequentes na área ortopédica são:

  • Artrose
  • Coxartrose
  • Dedos em gatilho
  • Dor ciática
  • Epicondilite
  • Espondilose
  • Esporão do calcâneo
  • Fasceite plantar
  • Fraturas e luxações ósseas;
  • Hérnias discais (cervicais ou lombares)
  • Joanetes (Hallux Valgus)
  • Lesões dos ligamentos e meniscos do joelho
  • Lombalgia
  • Luxação do ombro (ombro deslocado);
  • Prótese total da anca;
  • Prótese total do joelho
  • Rutura da coifa dos rotadores;
  • Rutura e tendinite do tendão de Aquiles
  • Síndrome do túnel do carpo

 

O corpo clínico de Ortopedia do grupo Trofa Saúde é composto por médicos dedicados e com experiência internacional, disponíveis em horário alargado, organizado por subespecialidades. Este modelo de organização permite ao Ortopedista o domínio das últimas inovações no diagnóstico e tratamento específicos da região anatómica em que se especializou.

 

ANCA – A anca corresponde à articulação dos ossos da coxa com os ossos da região pélvica e suporta todo o peso corporal, permitindo que o corpo se mova. A anca é uma articulação muito estável e que, quando é saudável, só se lesiona mediante um trauma intenso. O desporto, a corrida, o excesso de uso ou uma queda são fatores que podem lesar a anca. Uma dor na anca diz respeito a qualquer dor nas articulações da mesma ou em torno dela e nem sempre essa dor é sentida diretamente na anca (a dor pode sentir-se no meio da coxa ou na virilha). Para além disso, a dor que sente pode estar relacionada com um problema na coluna e não na anca.
As fraturas na anca são mais frequentes em idosos devido às quedas acidentais e ossos mais fracos. Uma lesão na anca pode mudar significativamente a qualidade de vida da pessoa. Aconselhe-se.

 

COLUNA – A coluna vertebral é constituída por 33 vértebras que se dividem em quatro regiões: região cervical (pescoço), região torácica (tronco), região lombar (cintura)
e região do quadril (sacro). A coluna vertebral, vista de frente ou de costas, deve ser reta e quando vista de perfil (lateral), cada região deve apresentar uma curvatura específica. É muito comum encontrarmos pessoas com essas linhas demasiado acentuadas, mas também existem pessoas sem essas curvaturas. A maior parte das pessoas já teve algum tipo de dor na coluna. Dores da coluna são comuns, principalmente, após grandes esforços ou a realização de tarefas repetitivas. Em alguns casos, duram apenas breves momentos e não implicam, necessariamente, um problema grave na região. No entanto, há casos em que as dores se manifestam como um sintoma de patologia crónica na coluna.

 

JOELHO – O joelho é uma articulação complexa que exige flexibilidade e estabilidade ao mesmo tempo; possui ligamentos que estabilizam a articulação, que auxiliados pelos meniscos estabilizam o joelho, amortecendo o impacto sobre as cartilagens. Um joelho saudável depende da estabilidade e do bom alinhamento da articulação. As lesões do joelho podem surgir por trauma direto (pancadas) ou indireto (entorse). O uso inadequado e excesso de carga podem igualmente afetar o joelho. As lesões mais comuns no joelho são as ligamentares, as meniscais e as da cartilagem e são muito temidas pelos desportistas, principalmente porque diversas patologias podem impedir a continuação da prática desportiva. As causas da dor no joelho são decorrentes de diversos fatores, justamente por causa da complexidade dessa articulação. A dor no joelho é comum e afeta pessoas de todas as idades. A sua intensidade e duração variam e o desconforto pode dar origem a inchaço e dificuldade nos movimentos. Normalmente o diagnóstico das lesões do joelho é rápido, no entanto, há situações em que devido à complexidade das estruturas envolvidas é necessário recorrer a meios complementares de diagnóstico (radiografia e ressonância magnética) para se avaliar o tipo de problema que está a causar a lesão no joelho. O joelho é, então, uma articulação vulnerável a vários traumatismos e as suas lesões são um dos motivos mais comuns de consulta a um ortopedista.

 

MÃO, PUNHO E COTOVELO – A mão é o instrumento de trabalho por excelência do ser humano, que só quando privado do seu uso normal se apercebe da sua importância. Como consequência, o punho e o cotovelo também influenciam o dia-a-dia.  O punho é uma articulação especial, dada a sua flexibilidade e força. Ela permite, em simultâneo, movimentos muito amplos e estáveis de modo a tornar possível a manipulação de objetos delicados ou muito pesados. A dor no cotovelo é comum em pessoas que praticam exercício físico de intensidade, como a musculação, ou que praticam algum tipo de deporto que exige esforço dos braços (por exemplo: crossfit, ténis ou golfe). Normalmente, a dor no cotovelo não está associada a uma patologia grave, mas pode ser bastante incomodativa uma vez que provoca um desconforto especial dado que o cotovelo é uma articulação utilizada em quase todos os movimentos do braço e da mão. As lesões da mão, punho e cotovelo são das mais frequentes em Ortopedia. Estas podem ter diversas causas como doenças reumatológias, distúrbios metabólicos, tumores, doenças infeciosas e traumas.

 

 

OMBRO – O ombro é uma articulação bastante complexa e é a que apresenta maior eixo de movimento. Para que os movimentos do ombro ocorram normalmente é indispensável a integridade dos músculos, ossos, tendões e articulações. As lesões do ombro são frequentes em desportistas ou em resultado de atividades do dia-a-dia com maior exigência física que envolvem movimentos excessivos e repetitivos do braço acima da cabeça. Os problemas mais comuns no ombro são a tendinite, bursite, artrite e lesões variadas que afetam o complexo do ombro. Todas estas patologias do ombro limitam o movimento do mesmo e causam dor, com maior ou menor intensidade. Hoje em dia, e graças à evolução dos meios complementares de diagnóstico, é possível um melhor diagnóstico das patologias do ombro. Com recurso a equipamentos de última geração, a equipa especializada em Ombro consegue oferecer um tratamento mais moderno e mais eficaz em todas as vertentes da patologia do ombro.

 

PÉ E TORNOZELO – O pé é formado por 26 ossos, 33 articulações e tendões. A saúde dos pés depende do equilíbrio funcional de toda a sua composição. A consulta do pé e tornozelo tem vindo a registar um aumento na procura por parte de quem pratica exercício físico para controlo de determinada patologia de forma segura e com rápida recuperação, de modo a voltar à sua atividade desportiva regular. O desempenho desportivo depende do estado de saúde dos seus pés e tornozelos. Estes são frequentemente sujeitos a esforços e traumas responsáveis pelo surgimento de lesões. Utilize sempre o calçado apropriado à atividade física que vai realizar, seja ela uma caminhada pela cidade ou uma corrida no parque.
O inchaço dos pés e tornozelos é uma queixa frequente. Se o aumento de volume nos pés, tornozelo ou perna aparece repentinamente, deve recorrer ao médico o mais breve possível. Os entorses do pé e tornozelo são muito comuns. A maioria tem uma evolução natural para a cura, contudo, em alguns casos, é necessária uma atenção redobrada de modo a evitar sequelas. A gravidade do entorse está relacionada com o número de elementos ligamentares afetados e é geralmente classificado em 3 graus de gravidade.

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Diferenciação

Joelho, Anca, Avaliação de dano corporal

Doenças

Artrose da anca, 

Artrose joelho, 

Artrose no Joelho

Dor compartimento anterior, 

Rotura de ligamentos, 

Rotura meniscal, 

Tendinite da pata de ganso, 

Tendinite do grande trocanter, 

Tendinite do tendão quadricipital, 

Tendinite do tendão rotuliano

CV

Formação académica
Experiência profissional
Atividade científica

Licenciado em Medicina  pela Universidade do Porto.

 

Internato do Ano Comum no Hospital José Joaquim Fernandes.

 

Internato de  Especialidade de Ortopedia e traumatologia no HJJF.

 

Pós graduação em Avaliação de Dano Corporal pós Traumático pelo Instituto de Medicina Legal da Universidade de Coimbra.

 

Pós graduação em Medicina  Social pela Universidade Católica Portuguesa- Lisboa.

Ortopedista no Hospital José Joaquim Fernandes.

 

Ortopedista no CHTMAD- Chaves.

 

Estágio em Hospital Privado.

2014 – Kienböck’S Disease And Scaphoid Nonunion Advanced Collapse (SNAC- Wrist) In Stage II : Rare Association, Filipa de Freitas, André Sá Rodrigues, Pedro Marques, Vitor Vidinha, Pedro Negrão, Rui Pinto, aceite para apresentação oral para 15th EFORT Congress in London

 

2014 – Surgical Anatomy Of The S1 In Portuguese Population, Filipa de Freitas, Manuel Santos Carvalho, Eurico Monteiro, André Pinho, Francisco Serdoura, Vitorino Veludo,Candidato aos 10 melhores posters do prémio EFORT Jacques Duparc Award of the 15th EFORT Congress in London

 

2013 – “Fratura patológica na metáfise proximal do úmero na criança: caso clínico”, Filipa de Freitas, André Ramos, Nuno Marques Luís, Igor Martins, Maia de Oliveira, Luís Palma, Reunião do Clube Ortopédico dos 9

 

2013 – “Luxação posterior ombro, inveterada, bilateral”, Filipa de Freitas, João Torres, Francisco Serdoura, Rui Pinto, XXXIII Jornadas do Serviço de Ortopedia e Traumatologia do Hospital São João

 

2013 – “Luxação escafóide associada luxação peri-lunar volar: caso raro”, Filipa de Freitas, André Sá Rodrigues, Pedro Marques, Pedro Negrão, Reunião Clínica: A Trapézio – metacarpiana

 

2013 – “Artroplastia em doença de Paget”, Filipa de Freitas, André Ramos, Maia de Oliveira, Luís Palma, Reunião do Clube Ortopédico dos 9, “Casos Clínicos Difíceis ”

 

2013 – “Carpectomia proximal para tratamento de pseudartrose escafóideassociada a doença de Kienbock: caso clínico”, Filipa de Freitas, André Sá Rodrigues, Pedro Marques, Vitor Vidinha, Pedro Negrão, Rui Pinto, XXXIII Congresso Nacional de Ortopedia e Traumatologia

 

2013 – “Operação de McLaughlin para tratamento da luxação glenoumeral posterior inveterada: revisão de casos clínicos”, Filipa de Freitas, Manuel Ribeiro da Silva, João Torres, Francisco Serdoura, Manuel Gutierres, Rui Pinto, XXXIII Congresso Nacional de Ortopedia e Traumatologia 2013

 

2013 – “Parâmetros morfométricos de S1 e a sua implicação na instrumentação do sacro”, Filipa de Freitas, Manuel Santos Carvalho, Eurico Monteiro, André Pinho, Francisco Serdoura, Vitorino Veludo, XXXIII Congresso Nacional de Ortopedia e Traumatologia

 

2013 – “Piomiosite unilateral do músculo erector da coluna vertebral, complicada de falência multiorgânica: caso clínico”, Filipa de Freitas, Manuel Santos Carvalho, Eurico Monteiro, André Pinho, Francisco Serdoura, Vitorino Veludo, XXXIII Congresso Nacional de Ortopedia e Traumatologia

 

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