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Cancro Colorretal: rastrear precocemente pode fazer a diferença

publicado em 13 Ago. 2026

O Cancro Colorretal é uma das doenças oncológicas mais frequentes e, nas fases iniciais, pode desenvolver-se sem provocar sintomas. Por esse motivo, o rastreio assume um papel fundamental na deteção precoce e na prevenção da doença.

 

Em entrevista ao Porto Canal, o Dr. Armando Peixoto (OM53340), Médico Especialista em Gastrenterologia no Trofa Saúde Boa Nova e Maia, abordou a importância de iniciar o rastreio do Cancro Colorretal a partir dos 45 anos, na população de risco médio, bem como os principais métodos disponíveis: a pesquisa de sangue oculto nas fezes e a colonoscopia.

 

A colonoscopia apresenta ainda a vantagem de permitir identificar e remover pólipos, algumas das lesões que podem anteceder o desenvolvimento de Cancro Colorretal.

 

Durante a entrevista, o especialista esclareceu também alguns dos principais fatores de risco, como a história familiar, a obesidade, o sedentarismo e determinados hábitos alimentares, reforçando a importância de um estilo de vida saudável e da prática regular de exercício físico.

 

O Dr. Armando Peixoto desmistificou ainda alguns dos receios associados à colonoscopia e à respetiva preparação intestinal, salientando a evolução dos protocolos e das técnicas utilizadas atualmente.

 

Não espere pelos sintomas. O rastreio é uma ferramenta essencial na prevenção e deteção precoce do Cancro Colorretal.